sexta-feira, 26 de novembro de 2010

O FEITIÇO DA ÁFRICA

Autor do texto: Amelie Schenk

O policial inglês James H. Neal que trabalhou entre 1952 e 1962 com o chefe do Departamento de investigação Criminal para o governo de Gana (Africa Ocidental), em sua capital, Acra, caçoava da magia Africana, considerando-a uma ridícula superstição - isso até ele ser envolvido por ela. O relatório de Neal mostrou sua mudança de opinião. Ele não era um parapsicólogo, apenas um funcionário público procurando provas e nada sabia sobre os fenômenos paranormais.

A experiencia de Neal são impressionantes, pois não existe interpretações, somente fatos. O primeiro fato, foi com a dificuldade da retirada de uma árvore que estava localizada em um determinado lugar, os trabalhadores não conseguiam aremoção, ora o trator inguiçava, o operador tinha dores de barriga, enfim toda a ordem de dificuldades para o corte. Contra a vontade de Neal, foi chamado um feiticeiro local, e esse afirmou que a árvore era sagrada e que um espirito morava nela. Então iniciou-se a negociação, três carneiros sacrificados, sangue em volta da árvore, cantos, oferendas, gim, oferta de uma nova árvore, e só depois que os espírito concordou e a retirada da árvore foi fácil.

PÓ PRETO NO AUTOMÓVEL

Portanto os efeitos do Juju, aconteceram mais tarde, um chantagista que conhecia a arte do Juju, ameaçou as testemunhas, se estas depusessem contra ele. O juiz do caso sempre adoecia na véspera da audiência e essa acabava sendo transferida. Após semanas finalmente o acusado foi condenado e preso, mas o policial conheceria então o efeito do feitiço Juju.



O assento do seu carro apareceu coberto de um pó preto. O motorista que era um negro africano e conhecia o poder do feitiço, retirou o pó cuidadosamente e urinou sobre ele, além de um pequeno ritual com um ovo girando sobre si e depois joga-lo o mais longe possível. Neal fez todo o processo rindo e descrente. O pó usado no Juju é um elo entre o feiticeiro e sua vítima. Porém o assento não ficou tão limpo, e uma semana depois Neal sentiu fortes dores de cabeça, fraco e abatido, ele mal podia ficar em pé. Projetado do corpo físico, viu seu corpo estendido na cama e seu algoz, um gigante negro. Neal foi internado no hospital, sofreu uma bateria de exames, e nada foi encontrado, suspeitou-se de um vírus africano desconhecido. Voltou para o trabalho ainda debilitado e um subalterno nativo chamado Adjei, avisou: Os sintomas de sua doença são causadas pelo JUJU.

O primeiro ataque enfraquece o espírito, preparando a vítima para o próximo que muitas vezes é fatal. A sorte de Neal, é que o seu motorista viu o pó e retirou, pois se algum resquício causou isso, imagine se ele sentasse em todo o pó, ou mesmo tocasse nele. Aconselhado a procurar um xamã, Neal aceitou, e diante de um grande Xamã chamado Tettey que logo ao vê-lo disse: Foi borrifado no assento do seu carro o pó negro. Alegou que só sobreviveu porque este tinha uma boa proteção e vontade de viver. com uma moeda do próprio Neal, retirou do corpo do policial toda a energia ainda existente, isolou a moeda, sem tocá-la, jogou-a fora.

Neal ainda enfrentou outros ataques, como cobras em seu quarto, insetos estranhos, principalmente em sonhos, tinha terríveis pesadelos. Em viagens astrais na sua semilucidez, via que era constantemente perseguidos por seres monstruosos, dores no plexo solar. Neal foi piorando, piorando e o Xamã Tettey teve que recorrer a outros pajés para auxiliar ao ataque de feiticeiros poderosos que Neal estava sofrendo. Na medida do tempo o policial foi melhorando, com o uso de remédios feitos pelos xamãs. As cobras venenosas, já não penetravam em seu quarto, mas os ataques voltaram, as dores, e Neal sofreu longamente durante meses. Enfim, os Xamãs criaram um amuleto, de proteção para Neal usar, e sua vida melhorou muito. Mesmo assim Neal, por não acreditar em feitiços voltou a piorar, quando se deu conta que não estava usando o amuleto. Após concluir seu trabalho, os Xamãs aconselharam Neal a deixar a Africa, porque a sua morte era uma questão de honra para os feiticeiros, e se ele continuasse ali, uma hora seria morto, pois o amuleto já não estava mais segurando os ataques. Neal então voltou para a Inglaterra, no qual chegou a seguinte conclusão: "Os africanos em algumas coisas estão bem mais adiantados que os ocidentais, principalmente em manipular energias que os ocidentais nem sonham que existe".

http://www.espiritualismo.hostmach.com.br/magia.htm

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